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8 vídeos absolutamente inspiradores sobre o cosmos

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Discursos apaixonados de grandes cientistas dão vida e beleza a conceitos abstratos da ciência

Ciência, filosofia e poesia se misturam na fala de grandes cientistas, em post publicado pela Revista Galileu (visite o site da revista, clicando aqui). Eu já havia publicado neste blog um post de vídeos inesquecíveis sobre ciência (se você não viu, veja).

Quando a ciência se mistura a discursos apaixonados e poéticos, o resultado não poderia deixar de ser uma profunda sensação de inspiração. Caso o assunto abordado e a forma como ele é exposto sejam realmente tocantes, podem provocar até mesmo um senso de reverência para com a natureza e a vida como um todo.

Cientistas de muito talento que se dedicam à divulgação científica conseguem, com frequência, obter resultados parecidos com o de grandes filósofos. Eles estimulam, de forma didática, a mente de seus ouvintes para que estes compartilhem da paixão pela ciência e também do maravilhamento pelo cosmos.

Confira abaixo grandes nomes da ciência falando sobre o cosmos, de forma muito inspiradora:

1 – Cosmos, de Carl Sagan
Falar de ciência inspirada é quase que um sinônimo de falar de Carl Sagan. O astrônomo foi talvez o mais popular divulgador de ciência, e seu carisma é contagiante. Com a série Cosmos, lançada em 1980, Sagan inspirou o interesse pela astronomia em milhões de pessoas mundo afora. A série explora profundamente não apenas o cosmos, como também o nosso papel nele.

2 – O átomo e o chimpanzé, com Neil deGrasse Tyson
Com seu jeito irreverente e cativante, Tyson (atual apresentador da continuação da série Cosmos) reflete neste vídeo sobre sermos todos poeira de estrelas. Ele também fala de vida extraterrestre e lança uma provocação: será que somos tão evoluídos como pensamos? Para uma civilização alienígena avançada, talvez não sejamos muito mais do que chimpanzés.

3 – Grandes questões sobre o Universo, com Stephen Hawking
Hawking é, sem dúvida, um dos maiores gênios dos nossos tempos. Suas contribuições no campo da cosmologia são inúmeras. Nesta palestra TED, o físico trata do Big Bang e da evolução do universo, além de refletir sobre a possibilidade de vida em outros planetas.

4 – Do Big Bang aos dias atuais, com Brian Cox
Eis uma síntese notável: quase 14 bilhões de anos em apenas dois minutos. É interessante ver como o físico britânico Brian Cox, autor de diversos programas e documentários, resume a evolução do cosmos, do Big Bang aos dias atuais.

5 – Uma noite com as estrelas, com Brian Cox
Se você gostou da retórica apaixonada de Cox, pode se interessar também por este programa de auditório da BBC apresentado por ele. A figura do diamante é explorada de diversas formas, usada para exemplificar mistérios do universo. Física quântica e outros assuntos são abordados de forma divertida, com a condução de experimentos no palco.

6 – Multiverso e Teoria das Cordas, com Brian Greene
Se interessou pelo conceito de Multiverso? Nesta TED, Brian Greene aprofunda a ideia, relacionando-a de maneira didática e com recursos interativos à elegante e ainda não comprovada Teoria das Cordas. Ela concebe a estrutura mais básica da matéria como sendo um filamento energético que vibra e cria tudo o que podemos ver (e o que não podemos).

7 – Reflexões sobre nós mesmos e a ciência, com Lawrence Krauss
Nesta breve reflexão filosófica, Krauss pensa sobre o fazer científico e sobre a estranheza que assuntos como a mecânica quântica causa ao ser humano. Nós simplesmente não evoluímos para entender conceitos tão abstratos. No entanto, depois de um considerável esforço para compreendê-los, eles proporcionam visões e entendimentos sobre o cosmos absolutamente compensadores.

8 – Symphony of Science
Esta última sugestão sintetiza de maneira excelente o que chamamos aqui de ciência inspirada: através da música. Na série Symphony of Science (Sinfonia da Ciência), John Boswell musicalizou diversos trechos de palestras de renomados cientistas. O resultado é incrível. Com melodias poderosas, as mensagens apaixonadas de muitos dos mestres aqui mencionados fica gravada na cabeça. Confira Carl Sagan e Stephen Hawking em um fantástico dueto cósmico.

[Vídeo] Stephen Hawking simplificado

Sem tempo para ler “Uma Breve História do Tempo” de Stephen Hawking? Suas ideias simplificadas:

[Vídeo] Campanha pede que pais incentivem suas filhas a amarem a ciência

O comercial da operadora Verizon pede que os pais reflitam sobre como estão educando as meninas.

A operadora de telefonia celular, Verizon, lançou um comercial que promete fazer pais de meninas refletirem sobre como estão educando suas filhas. O vídeo mostra sobre como a família tende a eliminar, aos poucos, o interesse das meninas pela ciência e engenharia. Diferente do que acontece na criação dos meninos.

Na campanha, uma menina aparece sendo repreendida pelos pais quando se envolve com trabalhos manuais e brincadeiras que possam “sujar o seu vestido”. E pede para que os pais incentivem suas filhas a pesquisarem e serem brilhantes. O comercial foi criado para divulgar o trabalho da Fundação Verizon, que incentiva meninas a seguirem carreira na ciência. Segundo a entidade, apenas 14% das meninas desejam ser cientistas.

Em sua página, a Verizon explica que apesar de representarem metade da força de trabalho, apenas 25% das mulheres estão inseridas nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Abaixo, o vídeo:

Celebrando o mistério

 

Imagem: Google

Imagem: Google

Texto de Marcelo Gleiser,
publicado na Folha de São Paulo
e replicado n’O sorriso do gato de Alice

Mistério parece ser palavra antitética à ciência. Afinal, não é a ciência que nos livra desse tipo de crença, de que a realidade é envolta num véu de mistério? Temos que tomar cuidado com o que significa mistério, e como a ciência lida com o desconhecido.

Mistério não implica algo sobrenatural. Por mistério, quero dizer aquilo que está além do conhecido. A questão essencial é se o que está além do conhecido é conhecível ou não. Ou seja, será que existem aspectos do mundo natural que estão fora do alcance da ciência? Será que existem questões que, apesar de serem científicas, não têm resposta? A resposta, talvez chocante, é um categórico “sim”.

Para entendermos isso, devemos começar do começo, analisando como funciona a ciência. É claro que, nesse espaço, posso apenas esboçar alguns dos argumentos. Mas já é alguma coisa.

A ciência pode ser vista como um processo de amplificação da nossa percepção. Nossos cinco sentidos são como antenas, que captam diferentes aspectos da realidade física à nossa volta: vemos, ouvimos, tocamos, cheiramos, degustamos. O cérebro é um sistema excepcionalmente complexo de integração, que sintetiza os estímulos que captamos do mundo e cria a noção de realidade.

Por outro lado, sabemos que nossa percepção do mundo é limitada: o que vemos e ouvimos, por exemplo, é mera fração do que existe “lá fora”;. Por isso nossa construção da realidade, baseada nos cinco sentidos, é profundamente limitada. O mundo é muito mais do aquilo que somos capazes de perceber.

Aqui entra a ciência, com seus instrumentos de exploração. São eles que usamos para ampliar nossa percepção do real, vendo mais longe e com mais detalhes, ouvindo o que nossos ouvidos não ouvem, estendendo o mundo muito além do que nossos cérebros captam. Com isso, vemos muito mais da realidade: mundos a bilhões de anos-luz daqui, bactérias e moléculas invisíveis aos olhos, partículas elementares numa dança constante de criação e destruição, fenômenos cósmicos que ocorreram quase que na origem do próprio tempo. Vemos tudo isso, mas não vemos tudo.

Todo instrumento de exploração tem um determinado alcance, uma determinada precisão. Com um bom par de binóculos, podemos ver quase tão bem quanto Galileu viu com seu telescópio em 1609. Vemos crateras e montanhas na Lua, fases em Vênus, as quatro maiores luas de Júpiter etc. Mas não vemos galáxias. Para isso, precisamos de telescópios maiores. E mesmo estes têm os seus limites. Vemos cada vez mais da natureza, mas nunca o suficiente, e certamente nunca veremos tudo. Existe sempre um véu em torno da nossa percepção do mundo.

Fora essa limitação instrumental, a própria natureza oferece barreiras ao conhecimento: a velocidade da luz implica que só podemos conhecer uma parte do Universo, aquela contida no "horizonte", definido como a distância máxima que a luz viajou desde o Big Bang, 4 bilhões de anos atrás. O Universo continua após o horizonte, mas está além da nossa percepção.

Assim como a velocidade da luz, existem outros limites naturais, que confirmam a existência do mistério à nossa volta. Quanto mais cresce a Ilha do Conhecimento, mais cresce a sua periferia, que delimita a dimensão da nossa ignorância, a barreira entre o conhecido e o desconhecido.

—–

Marcelo Gleiser é professor de física e astronomia do Dartmouth College, em Hanover (EUA). É vencedor de dois prêmios Jabuti.

Pokémon da vida real? Sim, eles existem

O Biologia Total publicou originalmente este post.

Muitas vezes quando coloco uma imagem de um animal (principalmente os mais diferentes), sempre vem um que dá um nome de pokémon pra eles… E isto é meio óbvio, já que os personagens desta série animada foram inspirados em animais ou plantas já conhecidos pela Ciência. Apenas recebem uma estilização para ficarem mais bacanas e ganham os seus poderes especiais para as batalhas entre pokémons! Confira esta lista com os desenhos japoneses e seus correspondentes de verdade.

Arcanine (Pokémon) e Malamute-do-Alasca

poke1O malamute é uma raça de cachorro bem grande criada no estado gelado do Alaska, nos Estados Unidos.

Caterpie (Pokémon) e Lagarta cobra

poke2A lagarta cobra é bem conhecida de vocês… Sempre aparece uma foto dela por aí e a comparação com o caterpie é inevitável. Esta é uma lagarta da borboleta Papilio troilus e as semelhanças com o pokémon são incríveis. Até esta “anteninha” rosa que o desenho animado tem, a lagarta também possui. Trata-se de uma glândula que exala químicos e percebe cheiros também.

Charmander (Pokémon) e Salamandra gigante chinesa

poke3A salamandra gigante (Andrias davidianus) é considerada o maior anfíbio do mundo, com quase 2 metros de comprimento. Legal também é perceber que a origem do nome “salamandra” vem do grego “lagarto de fogo”. As salamandras descansam em troncos de árvores que eram coletados para se fazer fogueiras. Ao colocar fogo na madeira, as salamandras saiam e por isso foram chamadas de “lagartos de fogo”.

Drowzee (Pokémon) e Tapirus

poke4Não tem nem o que falar… Este pokémon claramente é uma anta (gênero Tapirus).

Evee (Pokémon) e Feneco

poke5O feneco também é chamado de raposa-do-deserto e tem estas orelhas bem grandes (assim como o Evee) que ajudam a diminuir a temperatura do corpo, funcionando como um ar-condicionado ao trocar o calor com o ambiente.

Gyarados (Pokémon) e Regaleco

poke6O regaleco é considerado um dos maiores peixes ósseos do mundo. Ele pode ter até 12 metros de comprimento, mas é um animal muito raro e que vive em águas profundas do oceano. Por ser muito raro, os encontros com peixes deste tamanho geraram diversas lendas sobre monstros marinhos.

Mewtwo (Pokémon) e Sphynx

poke7A raça de gatos sphynx não tem nenhum pelo. Os criadores desta raça chegaram a um animal assim através do cruzamento com diversos tipos de animais em que a característica da falta de pelos era selecionada.

Sandslash (Pokémon) e pangolin

poke8O pangolim é um animal muito parecido com o tatu. Também é um mamífero, mas que só ocorre na Ásia e na África. Para se proteger de inimigos, eles também se enrolam parecendo uma bola de escamas.

Victreebel (Pokémon) e ‘Nepenthes rajah‘

poke9A planta N. rajah pode até ser considerada uma planta carnívora. Apesar de seus mecanismos serem muito mais favoráveis para capturar insetos, já foram encontrados pequenos roedores e anfíbios sendo digeridos por estas plantas que utilizam suas presas para retirar nutrientes que não são encontrados nos solos.

Vileplume (Pokémon) e ‘Rafflesia arnoldii‘

poke10O gênero desta espécie de planta são o grupo de angiospermas com as maiores flores do mundo! Porém, apesar de grandes o perfume destas flores não é nada agradável. Elas exalam um cheiro de carne podre para atrair moscas que fazem a polinização.

A sua memória é boa? Não sei, esqueci.

Imagem: Pause do vídeo citado no corpo do post

Imagem: Pause do vídeo citado no corpo do post

André Rabelo escreve no ScienceBlogs há um bom tempo. Acompanho suas postagens aqui e ali e é raro desgostar de alguma. Hoje resolvi replicar um post antigo, mas excelente, diretamente do seu blog.

Texto de André Rabelo em ScienceBlogsBrasil

Você já teve a experiência de lembrar vividamente de um acontecimento, e depois acabou descobrindo que, na verdade, as coisas aconteceram de um jeito diferente do que você lembrava? Ou então uma situação na qual você e outra pessoa passaram por uma mesma experiência (ex: observaram duas pessoas discutindo agressivamente), mas depois vocês discordaram quanto a algum detalhe do que realmente havia acontecido? Ou você já lembrou de ter dito algo que, na verdade, não tinha dito a outra pessoa?

Não importa se você tem uma memória muito boa ou muito ruim, provavelmente você já viveu alguma experiência similar a essas e é sobre esse assunto que o Minutos Psíquicos traz orgulhosamente hoje um vídeo sobre uma das funções cognitivas mais complexas do cérebro e importantes para as nossas vidas – a memória. Veja ele primeiro (abaixo) antes de prosseguir na leitura desse post.

Como esperamos que tenha ficado claro, o fenômeno das falsas memórias demonstra como pode ser imperfeita a nossa capacidade de recuperar informações precisas sobre acontecimentos passados. Em grande parte das vezes, conseguiremos recuperar com considerável precisão informações sobre eventos anteriores, mas diversos detalhes sobre tais eventos podem ser alterados não intencionalmente por nós mesmos ou por outros enquanto tentamos nos lembrar de algo.

Nesse link, você poderá assistir a uma palestra imperdível da própria Elizabeth Loftus, publicada ano passado no TED, falando sobre falsas memórias! Se você assistir esse vídeo no site do TED, existe legenda em Português disponível, mas ela está com um problema de sincronização às vezes. Outra palestra do TED sobre como testemunhas oculares podem incorrer em falsas memórias foi feita pelo professor Scott Fraser.

 Referências

Mlodinow, L. (2012). Subliminar: Como o inconsciente influencia nossas vidas. Rio de Janeiro: Zahar.

No capítulo 3 desse livro, Mlodinow descreve como os estudos sobre falsas memórias surgiram de uma maneira bem mais detalhada do que fizemos aqui, contando casos reais nos quais se provou posteriormente que falsas memórias levaram pessoas inocentes à prisão, vale muito a pena ler! Por sinal, publiquei aqui no blog uma resenha que fiz desse livro.

Stein, L. M. (2010). Falsas memórias: Fundamentos científicos e suas aplicações clínicas e jurídicas. Porto Alegre: Artmed.

Esse é o livro nacional de referência para quem se interessar pelo assunto das falsas memórias. Uma das maiores pesquisadoras das falsas memórias no Brasil, a psicóloga cognitiva Lilian M. Stein traz um panorama sobre a pesquisa científica e as aplicações práticas dos estudos sobre falsas memórias.

A Revista Nature e a ciência brasileira: como estamos?

Imagem: Google Images

Imagem: Google Images

Brasil aparece como o maior produtor de ciência do continente (disparado!), mas o fator de impacto das pesquisas ainda é baixo (menor do que o da Argentina, Chile, Peru e Colômbia).

Texto de Herton Escobar, diretamente no Estadão (original aqui)

“Estrelas da ciência na América do Sul”. Esse é o título de capa da revista Nature desta semana. E o Brasil é a estrela que mais brilha nessa constelação sul-americana — em vários aspectos, mas não em todos.

Aproveitando o gancho da Copa do Mundo de futebol, que começa amanhã, a revista traz como seu maior destaque um raio X da produção de ciência e tecnologia na América do Sul, com uma série de artigos, análises, gráficos e números, que mostram alguns contrastes e semelhanças muito interessantes entre os países do continente, assim como desafios que são compartilhados por eles.

O editorial da revista, por exemplo, chama atenção para o problema da baixa internacionalização da ciência sul-americana, que se relaciona ainda muito pouco com os grandes centros de produção científica no Hemisfério Norte. Segundo o texto, o Brasil enviou menos de 11 mil alunos de graduação e pós-graduação para os Estados Unidos em 2013, por exemplo — menos do que a Turquia e o Vietnã (países que, juntos, têm metade da população do Brasil).

Outro desafio é trazer de volta aqueles bons cientistas que vão para o exterior e contribuem para a internacionalização do continente, mas acabam não voltando para casa (a famosa “fuga de cérebros”). “Fãs de futebol na América do Sul estão acostumados a ver seus melhores jogadores se transferindo para o exterior. O esforço para reverter esse fluxo, tanto no esporte quanto na ciência, enfrenta grandes desafios. Mas é um esforço que vale a pena”, diz o editorial.

O pacote completo pode ser acessado neste link: http://migre.me/jLTzw

Em termos de produção científica, o papel do Brasil no cenário geral do continente é carregado de contrastes: O País é a maior potência científica da América do Sul em termos absolutos, inquestionavelmente, mas perde para alguns vizinhos em quesitos qualitativos.

Pontos positivos: O Brasil investe muito mais em pesquisa e desenvolvimento (P&D), tem quase dois terços dos cientistas e produz muito mais trabalhos científicos do que qualquer outro país da América do Sul. Pelas contas da revista, investe quase o dobro em ciência e tecnologia por ano do que investiu na Copa do Mundo: US$ 27 bilhões versus US$ 15 bilhões. Golaço!

Pontos negativos: O impacto internacional dessa produção científica ainda é baixo (menor do que o da Colômbia, Chile, Argentina e Peru, por exemplo — que em muitos casos pegam “carona” no impacto de seus colaboradores americanos e europeus); o grau de internacionalização e o número de patentes registradas pelo país nos EUA estão bem abaixo do esperado para o tamanho dessa produção científica; e o número de cientistas do País é proporcionalmente menor do que o da Argentina, quando se leva em conta o tamanho da população empregada de cada país.

Ou seja, temos muito do que nos orgulhar, mas também temos muito o que melhorar.

Em outra parte do especial, três cientistas brasileiros foram convidados para escrever sobre as políticas de ciência e tecnologia do País. O meteorologista Carlos Nobre, pesquisador do INPE e secretário do MCTI, fala sobre com a ciência aplicada ao desenvolvimento de produtos naturais pode ajudar no combate ao desmatamento da Amazônia. O neurocientista Sidarta Ribeiro, da UFRN, fala sobre o sistema Qualis e o problema da “numerologia” na avaliação de programas e pesquisadores. E o médico-pesquisador Jose Eduardo Krieger, da USP, fala sobre o problema da burocracia e os esforços institucionais que estão sendo feitos para combatê-la: http://migre.me/jLUwv

Em um artigo sobre como “transformar evasão de cérebros em circulação de cérebros”, o presidente emérito da Universidade Rockefeller e prêmio Nobel de Medicina em 1981, Torsten Wiesel, cita o pesquisador brasileiro Dario Zamboni, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, como um dos beneficiados pelo Pew Latin American Fellows Program, que voltou para o Brasil e está desenvolvendo pesquisas de ponta em biomedicina. Zamboni também foi destaque recentemente num especial de 40 anos da revista Cell, no qual falou sobre o problema da burocracia na ciência brasileira: http://migre.me/jLV0A

 

 

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